quinta-feira, 13 de junho de 2013

O ano está a chegar ao fim!

      É tempo de balanço.Aqui ficam algumas das opiniões dos alunos mais pequenos.
      A minha escola é importante para mim. Lá aprendo muitas coisas.
    A minha escola chama-se E.B.1 de S .Sebastião e lá gosto muito de brincar com o Henrique S., o Henrique M. e o Pedro.
      Jogamos às apanhadas, ao jogo do gelo, à corda humana e até ao jogo das pistolas.
      Eu e o Henrique S. somos os melhores amigos.
      Nas aulas de educação física jogamos ao jogo do mata. 
                                                                                       Gabriel 1º ano
                                         
      A minha escolinha tem trinta anos, já é velha, mas aguentou. Isso diz-me que 
ela aguenta mais alguns anos, mas nas férias grandes, vão destruir a escola e vão
 fazer uma nova. Eu vou ficar muito triste.
      Do que eu gostei mais, foi das professoras, porque ao longo do ano me foram 
ensinando coisas dentro e fora da sala de aula.
      Do que eu não gostei, foi de, de vez em quando, não ter amigos e então pedia 
à professora para ficar a ler um livro na sala de aula e ela deixava.
      Mas na hora do almoço, tu é que me protegias.
                                          Lara Fabiana, 2º ano
      Gostei de aprender ao longo deste tempo. Aprendemos a fazer várias coisas e a fazermos ginástica com a professora.
      Mas do que eu gostei mais, foi fazer as capas dos testes e do que gostei menos, foi andarmos à bulha.
     Para o ano, gostava que fosse igual a este.
                                                                                            Flávia 2º ano
O retrato da professora feito pelo Alexandre

Experiências na escola

      No dia 12 de junho, logo pela manhã, nós, os alunos da turma Q, fizemos algumas experiências.
      A primeira foi a flutuação com alguns objetos, tais como: uma maçã, um parafuso, um lápis pequeno, um lápis grande, uma bola de plasticina, um barco de plasticina e uma rolha. Verificámos que o parafuso não flutuava e a bola de plasticina também não e qual não foi a nossa surpresa, quando a transformámos num barquinho, que desta forma já não foi ao fundo. 
      Depois de fazermos esta experiência, passámos à dissolução. Utilizámos uma tina de água e começámos por acrescentar sal grosso, que depois de mexido pela Cristiana, rapidamente se dissolveu.

      De seguida, o Pedro adicionou açúcar à mesma água, mexeu e este também se dissolveu. O Simão, ofereceu-se para misturar o café que desapareceu na água mudando a sua cor.
      A Leonor, prontificou-se a despejar a tina e enchê-la novamente com água limpa. Logo de seguida, a Inês juntou farinha de trigo e depois de muito mexer a água ficou esbranquiçada, dando a sensação que se estava a dissolver. Depois de algum tempo de repouso, reparámos que a farinha se começou a depositar no fundo da tina e concluímos que não era solúvel.
      Depois do almoço, seguiu-se a parte melhor. Fizemos a experiência da fusão e da solidificação.     Usámos chocolate em barra que fundiu num recipiente próprio (fondue), com o auxílio de uma lamparina cheia de gel combustível. Aí tivemos muito cuidado para não provocar acidentes. Por fim, foi só envolver apetitosos   morangos naquela deliciosa pasta de chocolate e comer até fartar.
            Este dia transformou-se numa experiência inesquecível e maravilhosa!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Animais preferidos

        Os alunos do 1º ano elaboram uns bonitos cartazes sobre os animais preferidos.
         O Pedro escolheu uma ave – o canário.
         A Cristiana falou-nos do cão.
         O Afonso surpreendeu-nos com um dinossauro.
         A Inês trouxe-nos um mamífero muito peludinho – o coelho.
         O Simão pesquisou sobre a pantera negra.
        O Gonçalo preferiu a chita.
        Ficámos todos a saber mais sobre cada um destes animais. 

Difícil início de dia!

      No dia 30 de maio, quando a professora Paula pôs o carro a trabalhar, na sua casa,
 ouviu um barulho estranho e pensou: “Espero que não me dê problemas!”
      A professora iniciou a sua viagem normalmente e o barulho deixou de se ouvir.
      A primeira paragem, na estação de serviço de Vouzela aconteceu normalmente.
 Entraram as professoras Ana e Cristina das escolas de Valongo do Vouga e Trofa
do Vouga, respetivamente.
      A viagem seguiu calmamente até à segunda paragem, no restaurante “O Loendro”,
em Cambarinho. Aí encontraram-se com a professora Paula, da escola da Mourisca
do Vouga e tomaram um agradável café quentinho.
      Instalaram-se confortavelmente no veículo transportador e prosseguiram a viagem
alegremente, ao som de um programa da manhã de uma rádio qualquer.
      Foi então que o inesperado aconteceu: o carro deu o pifo! Ouviu-se um barulho
parecido com um ressalto num buraco da estrada, acendeu-se uma luz vermelha no
mostrador e a professora Paula encostou imediatamente.
      Logo depois, as professoras Paulas estrearam os coletes refletores, ligaram os
 quatro piscas e colocaram o triângulo de sinalização, a cerca de 150 m atrás do carro.
As regras de segurança tinham de ser cumpridas para evitar acidentes e multas.
      O passo seguinte foi telefonar à Assistência em Viagem, informar o sucedido e
aguardar tranquilamente pela chegada do reboque e do táxi.
      Entretanto, todas telefonaram às respetivas escolas para comunicar que iriam
chegar um pouco mais tarde.
      Por sorte, passou por lá um grupo de professores, que pertence ao Agrupamento
de Valongo do Vouga e como tinham um lugar vago, deram boleia à professora Cristina,
que tinha mais pressa de chegar à escola, porque era dia de falar com os alunos de
Moçambique, no projeto Outclass.
      Passado algum tempo, chegou o táxi e transportou a professora Paula da escola
da Mourisca até ao restaurante, onde se tinham encontrado. Ela arrancou com o seu
belo popó, dirigiu-se ao local da avaria e já lá estava o reboque a recolher o carro
 para levar à oficina.
      Após o preenchimento da guia de transporte do veículo danificado, partiram
calmamente em direção às suas escolas.
      Ainda houve tempo de tirar umas belas fotografias para recordar este atribulado
começo de dia.
      Foi um amanhecer muito agitado, mas felizmente acabou tudo bem.

Ensino experimental

Ao ser abordado o tema "Seres vivos animais", foi levada para a aula uma sardinha, a fim de ser objeto de dissecação, na presença de alunos do 1º e 2º anos.
 Os alunos puderam ver, cheirar, tocar...
 Fazer perguntas sobre uma espécie presente à sua frente e não apenas numa imagem do seu manual escolar.
 Conhecer um pouco melhor esta espécie aquática que faz parte da alimentação de muitos, mas que poucos têm oportunidade de observar e explorar desta forma.
Seria muito enriquecedor os nossos alunos participarem um pouco na elaboração das refeições da família,  usando esses momentos como valiosas oportunidades para conhecer melhor o mundo que os rodeia.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Dia Internacional das Famílias - maio de 2013

Os alunos disseram o que pensavam sobre a família. 
Aqui ficam algumas opiniões de alunos do 1º e 2º anos.

Família, é gostar de alguém que ama a filha e o resto da família.                     

As famílias são amigas e gostam dos filhos e também deviam acreditar em Deus.           
     
                      
A família é um grupo de pessoas que se ajudam umas as outras e têm os mesmos laços de sangue.          

A família devia ser calma, sem preocupações, estar sempre presente, ajudar uns aos outros e tratar-se bem.      


As famílias deviam ser felizes e respeitarem-se.As famílias deviam ser mais educadas com os filhos.

As famílias devem ser responsáveis  para  que  os  filhos  tenham  educação.


Eu gosto da minha família porque, às vezes,  a   minha   mãe   leva-me   ao  parque   de  Águeda  e lá  eu faço   ginástica e brinco.  

Mãe e Pai, vocês foram a melhor coisa que me aconteceu.


                        Aqui ficam mais algumas imagens da festa na escola.





domingo, 5 de maio de 2013

Pequeninos inspirados

      Alguns pequeninos do 1º ano aceitaram o desafio de brincar com o alfabeto, após o terem aprendido.


                         Parece que vamos ter escritores!