terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A distância já não é problema

Alunos em Portugal... Amigos em Moçambique!

Um grupo de alunos do 4º ano começou hoje a descobrir novos amigos, num país distante - Moçambique.
Através de um projecto da Universidade de Aveiro, estiveram on-line com alunos de uma escola de Moçambique.
Foi interessante observar o empenho e entusiasmo dos participantes. Só é pena não haver computadores que permitam a actividade com um maior número de alunos.
Esta é uma forma interessante de usar as novas tecnologias nas nossas escolas, melhorar a expressão escrita e aumentar os conhecimentos acerca de pessoas de outra cultura.
Esta actividade será realizada semanalmente, a partir de hoje.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Ler histórias.. criar histórias.










Os alunos gostam de ouvir histórias.
Os alunos gostam de ler histórias. 
E de criar histórias?    
      
    
Ao longo do 1º período, foi lançado o desafio de criação de histórias originais, aos alunos do 4º ano.
         Um grupo aderiu ao desafio, começou a escrever e apresentou algumas histórias interessantes.
         Aqui ficam as duas vencedoras do desafio.

O Natal do Bruno
   Num fim-de-semana de Dezembro, um rapaz chamado Bruno estava a dar um passeio pela rua quando viu algumas pessoas a fazer as suas últimas compras de Natal.
  No início ficou triste, porque no Natal não recebe qualquer presente e foi-se embora porque já não conseguia aguentar ver presentes de Natal.
Na verdade, ele não vivia numa casa com a sua família, mas sim numa instituição.
O Bruno tinha a esperança de um dia vir a ser adoptado.
Às vezes, ele pensava que isso nunca iria acontecer devido a raramente alguém visitar aquela instituição.
Era véspera de Natal e chamaram o Bruno porque estava lá um casal que o queria ver.
Quando se aproximou, viu um homem e uma mulher que supostamente o queriam adoptar.
Era verdade… eles iam adoptá-lo!
O Bruno sentiu-se muito feliz. Finalmente ia ser adoptado por um casal!  
Mandaram-no entrar num carro onde também entrou o casal. Supostamente aquele carro pertencia-lhes.
Deslocaram-se durante algum tempo até que chegaram a uma grande mansão.          
Entraram e ele viu que a casa era muito espaçosa e tinha vários compartimentos: duas casas de banho, quatro quartos, duas salas, duas cozinhas e uma piscina com água quente.
Ficou emocionado. Aquilo era mais do que ele queria!
Já era noite, o Bruno tinha jantado e os seus pais adoptivos perguntaram-lhe o que queria receber no Natal. Claro que ele já sabia que o Pai Natal não existia.
O Bruno respondeu que gostaria de receber um avião telecomandado porque era o brinquedo que mais desejava.
Estava a dormir no seu novo quarto, quando os seus pais o acordaram e disseram que era dia de Natal.
Saltou da cama a correr, sem pensar duas vezes o que estava a fazer. Chegou à sala e não viu qualquer presente. Olhou para trás e viu que o presente estava nas mãos da sua mãe.
Mudou de direcção para ir buscar o presente com que tanto sonhou.
Era o seu primeiro presente de Natal!
O Bruno abriu o presente e viu que era o avião telecomandado que tanto queria.
Ele estava verdadeiramente feliz. Primeiro ser adoptado, segundo por viver numa casa tão grande e terceiro por receber o brinquedo que mais queria.
No dia seguinte, foi para outra escola onde fez novos amigos.
Passados alguns anos, casou e vivia muito feliz com a sua esposa, só havia um problema, não tinham nenhum filho.
Um dia, muito triste, o Bruno teve uma belíssima ideia. E se ele e a sua mulher fossem à instituição onde o Bruno cresceu e adoptassem uma criança?
Foram os dois à instituição e adoptaram uma criança.
De regresso a casa, o Bruno recordou-se das perguntas que os seus pais adoptivos lhe tinham feito no dia em que fora adoptado, para também ele as fazer ao seu filho e, durante muitos anos viveram juntos e muito felizes!
                                                     João Francisco Tavares, 9 anos
EB1 de S. Sebastião
O encontro da Mel

Um dia, uma família decidiu ir a uma feira rural. Quando lá chegaram viram muitos animais (porcas com filhos, patos, um canguru, bois, vacas, cavalos…),  até que o Daniel, o filho mais novo, viu passar uma senhora com dois cães e disse:
- Mãe, olha ali dois cães!
Quando a sra. Fernanda, mãe do menino, viu os cachorrinhos, chamou o marido, o sr. José, porque o filho mais novo há muito tempo lhes tinha pedido um cãozito.
O pai percebeu o que se estava a passar e chamou a Clara, a filha mais velha, para irem atrás dos cães.
Quando chegaram ao pé da senhora que tinha os cães, perguntaram-lhe:
- Onde é que foi buscar os cães?                                                             
- Estão a dá-los naquela barraquinha branca, lá ao fundo. – respondeu ela.
- Obrigado. – agradeceu o Sr. José.
Lá foram eles a correr, à procura da barraquinha. Quando a encontraram, viram logo um cãozinho. Pegaram-lhe logo e perguntaram à senhora que lá estava:
- Podemos levar este cãozinho?
- Claro, mas têm que tratar bem dele. - informou ela.
- Está bem, nós tratamos bem dele. – disse o Sr. José que levou o cãozinho ao colo. 
Tiveram sorte porque era o último cão que a senhora tinha e naquele momento apareceu lá um menino que também queria um, mas já não havia. A senhora disse-lhe que mais tarde ia buscar mais cães que tinha em casa.
De seguida, a família regressou a casa.
Pararam no supermercado e foram comprar duas tacinhas, uma para meter o leite e a outra para a ração.
Quando chegaram a casa, soltaram o cãozinho na relva, mas como ele ainda estava um bocadinho assustado, não parava de latir. Deixaram-no andar à vontade até acalmar.
Mais tarde, começaram a dar-lhe banho e descobriram que não era um cãozinho, era uma cadelinha e tiveram muitas ideias para nome, tais como Fofinha, Chocolate, … mas nenhum era adequado. Decidiram chamar-lhe Mel.
Quando começou a anoitecer, o Sr. José meteu a cadelinha na casota mas, durante algumas noites, ela continuava a latir com saudades da mãe, mas depois habituou-se e não latiu mais durante a noite.
Um dia o sr. José e o Daniel fizeram-lhe uma casota muito grande no quintal e ela ficou mais abrigada do frio.
Passado algum tempo, quando eles a soltavam, ela só queria morder as pernas deles porque ainda era uma cadelinha e queria brincar.
Era uma cadelita muito brincalhona e passado mais ou menos mês e meio, começaram a cair-lhe os dentinhos e a nascer uns mais fortes.
O sr. José ainda não queria que ela tivesse filhinhos, porque o pai dos cachorrinhos não podia ser com um cão muito grande e também porque ainda não tinham arranjado nenhum cachorro para a engravidar.
Ela era uma cadela de caça e quando a soltavam ia logo a correr para o fundo do quintal.
Daí em diante, aquela família começou a gostar cada vez mais da Mel.

                                                             Mariana Meneses Saraiva - 9 anos
                                                                      Escola E.B.1 de S. Sebastião

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O aniversário da escola EB 1 de S. Sebastião

            No dia 19 de Janeiro, a nossa Escola completou 29 anos.
Ao longo do dia, assinalámos o evento com várias actividades. Os alunos do 1.º ano fizeram desenhos da Escola, enquanto os alunos mais velhos elaboraram acrósticos e textos.
No final das aulas, as professoras mandaram-nos sair para o recreio, onde nos esperava uma surpresa: a dona Esmeralda tinha colocado mesas com um lanche para nós.
Antes de lancharmos, juntámo-nos todos e cantámos “Parabéns a você” à nossa querida Escola.
Com um sol radioso e a nossa alegria, homenageámos a nossa Escola, que tanto adoramos por nos ajudar a crescer.
                                                                           Alunos do 3º ano

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Aniversário da escola

           A nossa escola completou mais um ano ao serviço do ensino. Nas aulas, falámos desta data e foi pedido aos alunos do 4ºano que dessem a sua opinião sobre o que é para eles a escola, mas de uma forma diferente do habitual. Surgiram trabalhos interessantes. Aqui colocámos uma pequena mostra do que fizeram, demonstrando o que pensam.
                                                   
                                                      
                                                                                 
                                                    
          Como do almoço partilhado de Natal ficaram alguns alimentos embalados, a dona Esmeralda preparou-os cuidadosamente e colocaram-se numas mesas no recreio, já que o sol quis comparecer à festa.

             Por fim, os alunos sairam das salas de aula para o recreio, cantaram os parabéns à escola e saborearam o que havia nas mesas.
             Sabemos que estes alimentos não se incluem no grupo dos que compõem uma alimentação saudável e que tentamos incutir no dia-a-dia dos alunos, mas... o aniversário da escola é apenas um dia por ano e como não sabemos se haverá outros, está justificado este pequeno excesso!
 Que bem soube aos alunos esta surpresa e este momento de alegria e confraternização!


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O Natal na Escola

Como ficou a lareira do polivalente... não apetecia sair dali!
As mesas começaram a ganhar cor com os pormenores de Natal...
Como ficou bonito e agradável o refeitório! Estava pronto para receber os "reis da festa".
Chegaram com muito apetite para os saborosos alimentos que todos trouxeram de casa para partilhar.
Depois da barriguinha cheia e um momento de brincadeira no recreio para aproveitar o sol que quis participar neste dia diferente, de convívio e festa, vieram os pequeninos do Pré-escolar apresentar um presépio vivo e cantar umas canções próprias da época.
Em seguida, os ainda pequeninos do 1º ano, recriaram a fábula da "Cigarra e a formiga" com alegria e criatividade.
O grupo do 2º e 3º anos apresentou um "Auto de Natal" e deu a conhecer por que é o pinheiro, a árvore mais importante desta festa.
Os alunos do 4º ano representaram uma peça baseada na história " Foi na noite de Natal" em que chamaram a atenção para a necessidade de olharmos à nossa volta e descobrirmos quem precisa da nossa ajuda.
Foi um dia diferente em que imperou a alegria, o convívio e a partilha.
No final... não faltaram as prendas.

Preparação do Natal na Escola

 Foram-se guardando os pacotinhos de leite e de sumos, as palhinhas e as tampinhas e preparou-se o ambiente de Natal na Escola.

Enfeitou-se o refeitório com originais fitas...

Os cartões de boas festas para família e amigos ficaram bonitos e não usaram cartolinas ou cartão novo, apenas pacotes de leite e sumos, folhas de papel que vinham no interior de dossiers e... acreditem, sacos de batatas!

E as argolas para os guardanapos? Originais e "bonitinhas" a partir de pacotinhos do leite e alguns potes de iogurte para reforçar.



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O Natal na Escola

Foto da festa de Natal de 2009

O Natal e o almoço partilhado
Com a aproximação desta época festiva, mais uma vez nos propomos realizar um almoço partilhado com todos os alunos, professores e assistentes.
Independentemente das razões de fé que marcam esta época, há razões históricas que nos falam de um Homem – Jesus Cristo – que foi tão especial ao ponto de dividir a História da Humanidade em duas partes distintas: o antes de Cristo (a.C. ) e o depois de Cristo (d. C. ), facto que nos obriga a usar diariamente um registo baseado neste acontecimento, a data – estamos no ano  2010 da era cristã.
Uma vez que o nascimento deste Homem aconteceu numa época próxima do solstício de Inverno (22 de Dezembro) e, após a criação do calendário romano que a grande maioria dos países adoptou, nos países cristãos, passou a considerar-se o dia 25 de Dezembro, como a data da celebração deste acontecimento.
Na escola, não queremos acentuar o acontecimento de fé e sim os valores que lhe estão associados – fraternidade, partilha, Amor… - que tanto estão a faltar às pessoas do nosso tempo.
Desde já, aqui deixamos os nossos votos de
Saúde e Paz

As docentes da EB1 de S. Sebastião