sexta-feira, 5 de abril de 2013

Proteção civil e caça ao tesouro

     No último dia de aulas, antes da interrupção da Páscoa, professoras e alunos dialogaram sobre a importância de conhecer o significado e competências da Proteção Civil.
     Para melhor entenderem a história desta organização, a professora Cristina apresentou um power point ilustrativo da temática.
     Em seguida, discutiu-se a necessidade de todos conhecerem o plano de evacuação da escola e toda a sinalética existente.
     Cada turma, com a respetiva professora, saiu da sala,  percorreu todo o espaço escolar para se inteirar, não só da localização da sinalética, como dos meios e locais importantes em necessidade de evacuação.
     Como houve necessidade dos alunos manusearem a planta da escola, para melhor se orientarem no espaço, foram formados grupos, distribuídas plantas e foi o momento da tão esperada "caça ao tesouro",  já habitual nesta época do ano.
         Os alunos correram, procuraram pistas, decifraram enigmas e...
....conseguiram ganhar o esperado tesouro que guardaram dentro de uma caixa/coelho feita por cada um, a partir da reutilização de caixas de ovos.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

OUTclass e uma agradável visita

Como nos anos anteriores, a nossa escola aderiu ao Projeto “Outclass”, dinamizado pela Universidade de Aveiro, proporcionando aos alunos novas formas de aprendizagem, com recurso às novas tecnologias, em intercâmbio com crianças de um colégio de Moçambique.
A esta fantástica experiência, somou-se a visita do Dr. Ivaldo Quicardete, Diretor Nacional do Ensino Secundário Moçambicano.
Mal chegou à sala, apresentou-se, falou sobre o ensino em Moçambique e as escolas lá existentes. Os nossos alunos explicaram como se desenvolvia o Projeto OUTclass, com Moçambique e colocaram várias questões às quais o Dr. Ivaldo respondeu prontamente, aproveitando este momento de interação para também saber um pouco mais sobre a nossa escola.
 
Os alunos estiveram atentos e entusiasmados, tento retido muitas das informações recebidas.
“O Dr. Ivaldo tem 48 anos, é simpático, vive em Maputo que é a capital de Moçambique, um país com cerca de vinte e dois milhões de habitantes. Lá as pessoas são simpáticas e a grande maioria é benfiquista.
Moçambique está dividido em onze províncias, é muito bonito e tem praias lindíssimas. O maior rio é o Zambeze. A língua oficial é o português, mesmo assim há muitos meninos de lá que não sabem falar a nossa língua porque existem muitos dialetos.
As escolas são poucas para tantos alunos e não têm condições como as nossas. Muitas ficam debaixo de uma árvore e, quando chove, não há aulas. Para possibilitar a frequência de tantos alunos, a escola funciona por turnos.
Também falou da sua família, de animais selvagens tais como o leão, a girafa, as serpentes… Disse que existem bastantes parques e reservas naturais, onde se podem ver estes e muitos outros animais.
Para cá chegar, o Dr. Ivaldo fez uma viagem de onze horas de avião. Veio a Portugal conhecer as nossas escolas e ver como funcionam. Disse que Moçambique e Portugal são quase irmãos. Ele ficou muito contente com a nossa escola e muito agradecido por tanta atenção."
Por fim, sentou-se ao nosso lado  e ouviu uma professora da Universidade de Aveiro falar sobre educação financeira.
Adorámos esta visita e ficámos com muita vontade de viajar para conhecer Moçambique.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Os 30 anos da Escola

     No passado dia 19 de janeiro, completaram-se 30 anos do inicio da atividade letiva nesta escola.
O mau tempo que se fez sentir nesse dia parecia impedir as comemorações, mas...
     As pessoas não deixaram de comparecer, valorizando este espaço educativo.
     Começaram a chegar e, no polivalente da escola, os alunos sentaram em roda, cantaram e, 
juntamente com os presentes, viram um pequeno filme representativo dos 30 anos de atividade da escola.
      Após ter andado a colaborar com a população na remoção de árvores da via pública, o sr. presidente da Junta de Freguesia chegou e descerrou uma placa comemorativa.
      De seguida, os presentes dirigiram-se ao refeitório onde se realizou um almoço partilhado.
      Não faltou um bolo de aniversário oferecido por uma encarregada de educação presente!
      Os elementos do executivo da Junta de Freguesia compareceram e ofereceram alguns presentes significativos, entre eles, uma foto das professoras e da auxiliar que estrearam estas instalações há 30 anos, tirada no dia da comemoração dos 25 anos da escola.
   No final da tarde, houve dança das cadeiras no polivalente.
                                    
      Foi um dia diferente em que, no mesmo espaço, estiveram alunos que estrearam a escola há trinta anos com os seus filhos, atuais alunos, assim como outros  acompanhados de familiares e amigos.
     Apenas lamentamos que o mau tempo e as suas consequências tenham impedido a vinda de antigas professoras assim como de outros antigos e atuais alunos.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Visita à Biblioteca Municipal Manuel Alegre

Os nossos alunos foram conhecer a Biblioteca Municipal Manuel Alegre.
Ouviram ler a história "Perto da Lua", de Conceição de Sousa Gomes...
Descobriram como pesquisar ou procurar os livros que mais lhes agradavam...
 Conheceram os diferentes espaços e a forma de organização das obras existentes...
E puderam ler um pouco.
Foi uma aula diferente num espaço muito agradável.
Ficou a vontade de ali voltar para poderem usufruir deste espaço e da quantidade de obras ali existentes.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

1ª história da turma P em 2012-2013


Os assustadores
 Numa manhã de Outono, um caçador foi caçar para a floresta e levou a irmã que se chamava Lili.
A Lili levava um cesto para apanhar castanhas.
O caçador viu um coelho atrás de uma árvore a comer erva e pensou caçá-lo.
Sem querer, a Lili pisou um pau que se quebrou, fez barulho, o coelho assustou-se e fugiu.
O caçador ficou zangado e disse à irmã:
-Eu sabia que não devias ter vindo comigo! Espantas-me a caça toda!
-Ainda bem que ele fugiu, era tão pequenito e fofinho! – disse a Lili.
Foram andando pela floresta e viram muitas folhas cair das árvores. No meio daquelas folhas começaram a ver qualquer coisa muito estranha. O que seria?
Aproximaram-se mais e viram uma mulher a cair.
A Lili assustou-se e gritou:
-Ai!
A mulher veio ter com a Lili e disse-lhe:
-Não tenhas medo, eu não te faço mal. Queres vir comigo até minha casa que é no fim da floresta?
O caçador ouviu, aproximou-se da irmã e da mulher e disse:
- Ela não pode ir porque já é tarde e temos que ir embora. Já temos as castanhas apanhadas.
- Está bem, mas quando quiserem podem vir até minha casa.
O caçador pegou a irmã pela mão e foram embora.
A mulher, que era uma vampira, ficou a pensar:
-Vão embora que eu fico à vossa espera e para a próxima vez apanho-vos. Como a garota gosta muito de castanhas, eu vou espalhá-las pelo chão até à minha casa e aponho-a.
E foi-se embora a pensar nesta armadilha. 
Pelo caminho, encontrou o fantasma Kitór que vinha a rir à gargalhada, porque tinha acabado de assustar o Nuno que tinha ido apanhar cogumelos para a mãe dele.
- Por que vens a rir à gargalhada, amigo Kitór? – perguntou a vampira.
- Porque assustei o Nuno e ele fugiu sem levar os cogumelos! – respondeu o fantasma.
   Eu também tentei apanhar uma garota, mas não correu como eu esperava. Eu preparei um batido com o sangue de um animal que matei, não queres vir lanchar comigo? – convidou a vampira.
- Não porque eu quero ir preparar um susto ainda maior para o Nuno.
Despediram-se e foi cada um para sua casa.
No dia seguinte, a mulher vampira preparou a armadilha em que tinha pensado.
O caçador e a Lili voltaram à floresta.
A mulher vampira apanhou a Lili e levou-a para sua casa.
O caçador procurou a irmã mas não a encontrou.
Voltou para casa muito triste e resolveu procurar o Nuno para o ajudar a procurar a sua irmã.
Foram os dois procurar a casa da vampira e como o caçador a tinha escutado dizer que a casa era no fim da floresta, depressa a encontraram.
Pela janela, o Nuno viu a vampira, atirou uma lança que a matou.
Soltaram a Lili que estava presa e vieram embora pelo caminho da floresta.
O fantasma estava à espera para os assustar mas eles não tiveram medo porque eram três e o fantasma só um.
Disseram ao fantasma:
-Em vez de andares a assustar os meninos que andam na floresta a apanhar frutos que as mães pediram, vai para a casa da vampira que está morta.
O fantasma aceitou a proposta e foi viver para a casa da vampira e os meninos puderam andar à vontade na floresta.
Apresentação da história aos meninos do Jardim de Infância da Trofa, usando as personagens desenhadas pelos alunos...
     ...e a sua dramatização.
História criada e apresentada por alunos do 1º e 2º ano da turma P.


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Magusto e S. Martinho

  
     Mais um ano se lembrou a Lenda de S. Martinho e se fez o tradicional magusto na comunidade educativa da Trofa.
     Ao longo da semana, nas aulas de Atividade Artistica, os alunos foram trabalhando o conteúdo da "Lenda de S.Martinho" através do desenho e da dramatização.
     No dia 9, sexta-feira, os alunos exploraram as tradições desta época do ano através do desenho e da escrita e todos fizeram um cartucho com folhas de revista, para nele colocarem as castanhas depois de assadas..



    Viram as castanhas serem assadas com caruma, no recreio da escola, enquanto cantaram uma canção alusiva ao momento.
Depois, todos se sentaram para saborear as castanhas ainda quentes.
           No polivalente da escola, leram e dramatizaram a "Lenda de S. Martinho" e dialogaram sobre a associação desta a todas as tradições relacionadas com atividades agrícolas antigas.
     Foi um final de semana de aulas diferente, em que todos os alunos desta comunidade educativa puderam conviver um pouco, de forma diferente e agradável.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Fantasmas invadiram a escola

     Quando chegámos à escola na manhã do dia 31 de outubro, fantasmas e outros seres estranhos tinham invadido todo o interior...
 
     Foi o resultado do trabalho realizado pelos alunos, no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular, para lembrar uma tradição que, não sendo portuguesa - Halloween - começou a surgir nas nossas escolas devido ao estudo do ingles e das tradições de países de língua oficial inglesa.